O papel do detetive particular no âmbito judicial

O papel do detetive particular no âmbito judicial

É sabido que a prática do adultério, embora moralmente condenável, não é mais crime passível de detenção segundo a legislação brasileira há muitos e muitos anos. Contudo, é evidente que existem respaldos na lei para que pessoas traídas sejam ressarcidas caso tenham se sentido lesadas de alguma forma pelo companheiro adúltero. Se uma mulher se pergunta: “posso processar meu marido por traição?”, aqui vão alguns esclarecimentos.

Se a sua situação, de fato, compreender uma necessidade de ação judicial contra o marido adúltero, seu advogado precisará de provas concretas para anexar ao processo e reforçar suas chances de vitória no pleito.

Provas materiais inquestionáveis precisam ser apresentadas, tais como:

Fotos

Gravações telefônicas

Mensagens virtuais

Doações

Extratos bancários

Vídeos

Testemunhas

Para reunir todo o material necessário na hora de processar meu marido por traição, a mulher traída precisará da ajuda de um profissional extremamente capacitado para executar a ação e coletar, de maneira legal, as provas.

O profissional mais indicado para esse tipo de processo é, sem dúvidas, o detetive particular. Com experiência em conseguir as provas para que, em primeiro lugar, a cliente possa ter certeza do caso extraconjugal do cônjuge, o detetive certamente poderá acertar com quem o contratar a obtenção das demais provas materiais necessárias para serem anexadas ao processo. Portanto, não desista de investir em um bom detetive particular na hora que surgir o pensamento: posso processar meu marido por traição?

“Processar meu marido por traição”, provavelmente, é uma ideia que se passa pela cabeça da grande maioria das mulheres que descobrem que os companheiros possuem casos amorosos foras do casamento. O adultério deixou de ser crime — que punia com 6 a 15 meses de cadeia para o infiel — no código penal, mas ainda no âmbito civil o assunto continua sendo fonte de debate em diversos tribunais ao redor do Brasil.

 

Fonte: Detetive Daniele